Rick Sforza/Los Angeles Daily News via AP
Rick Sforza/Los Angeles Daily News via AP

Morre criança atingida por atirador na Califórnia

Homem matou a ex-mulher, que era professora na escola, e feriu dois estudantes que estavam atrás dela; a outra criança está estável; o atirador se matou

O Estado de S. Paulo

10 Abril 2017 | 15h15
Atualizado 10 Abril 2017 | 23h09

SAN BERNARDINO, CALIFÓRNIA - Um dos estudantes feridos por um atirador em uma sala de aula de uma escola primária em San Bernardino, na Califórnia, morreu nesta segunda-feira após não resistir aos ferimentos. Dois adultos também morreram em um assassinato seguido de suicídio. Outro aluno foi baleado e está internado em condição estável.

O atirador, identificado como Cedric Anderson, de 53 anos, abriu fogo na sala de aula, matando sua ex-mulher, Karen Elaine Smith, de quem estava separado havia pouco mais de um mês, informou o chefe de polícia de San Bernardino, Jarrod Burguan. 

  

Ele acrescentou que os estudantes não eram alvo do ataque e foram atingidos porque estavam atrás da professora. Um dos alunos feridos, de 8 anos, morreu horas depois no hospital e um colega de 9 anos passou por cirurgia e estava em condições estáveis. 

O atirador, que tinha histórico de violência doméstica, recebeu acesso à escola como visitante e manteve sua arma escondida até abrir fogo dentro da sala de aula. A escola não tem detector de metais.

Segundo o delegado Burguan, os mais de 600 estudantes foram retirados do colégio North Park e levados para o câmpus da Universidade de San Bernardino, de onde foram levados a outras escolas para encontrar com suas famílias. Muitos pais reclamaram por ficar sabendo do ocorrido por amigos que moram perto do colégio.

A escola fica a cerca de 16 quilômetros de uma empresa que foi palco, há 15 meses, de um ataque terrorista, no qual 14 pessoas morreram e 22 ficaram feridas. Os autores do ataque foram Syed Rizwan Farook e Tashfeen Malik. A cidade registrou ainda um aumento do número de crimes em 2016. Foram contabilizados 62 assassinatos e no ano anterior foram 44 – incluindo as vítimas do atentado terrorista. / AP e NYT

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