PF não acredita em envolvimento de facções brasileiras

A Polícia Federal descarta a tese de que algum grupo criminoso brasileiro esteja envolvido no atentado ao senador paraguaio Robert Acevedo, afirmou ao "Estado" o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Correa. Segundo a polícia, os dois brasileiros presos no Paraguai na terça-feira não são do PCC nem de outra facção.

, O Estado de S.Paulo

29 de abril de 2010 | 00h00

Correa disse que, na região, está o principal alvo das PFs brasileira e paraguaia: o traficante gaúcho Erineu Domingos Soligo - o "Pingo", maior exportador de cocaína, via Paraguai, para o Brasil. Em janeiro de 2009, Acevedo, então candidato ao Senado, disse ao "Estado" que o carioca Luiz Fernando da Costa, o "Fernandinho Beira-Mar", ao exilar-se na área, atraiu outros traficantes. Antes, os criminosos brasileiros - João Morel, Magno Rios, Lino Palácios, Sanches e Carlos Cabral Árias - comercializavam só a maconha plantada no Paraguai. / MARCELO AULER

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