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Pistoleiros matam líder tribal egípcio no Sinai

Operação militar começou na região por causa de ataque militante que matou 16 soldados

Reuters

13 de agosto de 2012 | 10h19

AL-ARISH, EGITO - Homens armados mataram a tiros nesta segunda-feira, 13, um líder tribal e seu filho na península egípcia do Sinai, perto da fronteira com Israel, segundo uma fonte de segurança, no sexto dia de uma operação militar contra militantes da região.

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Segundo a fonte, o líder tribal Khalaf al-Menahy e seu filho foram mortos quando voltavam de uma conferência organizada por líderes tribais para denunciarem os militantes.

A operação militar na região começou na quarta-feira por causa de um ataque militante que matou 16 guardas de fronteira do Egito, em 5 de agosto.

Essa é a maior operação militar egípcia na região desde a guerra de 1973 contra Israel.

A região do Sinai, onde há grande presença de armas e muito descontentamento contra o Cairo, se tornou mais descontrolada desde a rebelião que depôs o presidente Hosni Mubarak, em 2011. Partes do norte do Sinai estão controladas por tribos de beduínos desde que a polícia abandonou a região, no meio da revolta popular.

 

 

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