Mariana Greif/Reuters
Mariana Greif/Reuters

Plebiscito definirá papel de militares na segurança pública no Uruguai 

Pesquisas mostram que a maioria dos cidadãos é favorável às propostas, mas por uma margem tão pequena que há dúvidas sobre o resultado da votação

Carlos Tapia / Especial para o Estado, Montevidéu , O Estado de S.Paulo

26 de outubro de 2019 | 20h28

Neste domingo, 27, os uruguaios também votarão em um plebiscito, proposto pelo Partido Nacional, para decidir se concedem aos militares o poder de polícia, se serão permitidas blitze noturnas – prática comum nos tempos da ditadura – e se haverá prisão perpétua para quem cometer crimes graves, o que inclui assassinos, molestadores de crianças e autores de homicídios múltiplos.

Para que o projeto seja aprovado, precisa obter 50% dos votos. Pesquisas mostram que a maioria dos cidadãos é favorável às propostas, mas por uma margem tão pequena que há dúvidas sobre o resultado da votação. 

Luis Lacalle Pou, Ernesto Talvi e até o líder do Cabildo Abierto, o ex-comandante do Exército Guido Manini Ríos, já se manifestaram contra o projeto, impulsionado pelo ex-pré-candidato à presidência e senador do Partido Nacional Jorge Larrañaga. 

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