Polícia atira em agressor e liberta reféns na Malásia

Um homem armado com um facão invadiu um jardim da infância hoje na Malásia e fez alunos e professores reféns durante seis horas, até ser atingido na cabeça por um tiro disparado pela polícia, que informou que as 30 crianças e 4 professores não se feriram.

AE, Agência Estado

07 de julho de 2011 | 16h12

Segundo um policial, durante as negociações com o homem, ele ameaçou matar as crianças, a menos que recebesse uma arma de fogo. As crianças cantavam, numa aparente tentativa de acalmar o agressor, informou a agência de notícias Bernama. O homem, ainda não identificado, estava num hospital em estado grave, após ter sido alvejado por um único tiro na cabeça, disse Jalaluddin Abdul Rahman, chefe de polícia adjunto do Estado de Johor.

"Todas as 30 crianças, que têm entre 3 e 5 anos, e seus quatro professores estão bem", disse ele, segundo a Bernama. Um policial de Johor, que falou em condição de anonimato, confirmou a informação. A fonte disse que o homem estava armado com um facão e um martelo quando invadiu o jardim da infância numa área residencial de Johor nesta manhã.

O homem, que parece ter problemas mentais, obrigou os reféns a subir para o segundo andar do prédio de dois pavimentos. Forças especiais da polícia conseguiram entrar no local e subiam as escadas quando o homem os atacou com suas armas e um extintor de incêndio, informou o policial. A polícia não teve escolha a não ser atirar no homem, disse ele, afirmando que a identidade do agressor está sendo investigada. As informações são da Associated Press.

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