Polícia confirma que explosão em Istambul foi criminosa

A explosão do último domingo, num quiosque do bairro Bakirkoy, em Istambul, que feriu 32 pessoas, foi provocada pela detonação de uma bomba fabricada com explosivos plásticos, afirmou a polícia nesta segunda-feira. Fontes policiais citadas pelo canal de televisão local NTVdeclararam que no atentado foi utilizado explosivo C-4, que estava colocado dentro de um telefone celular. A bomba teria sido detonada por controle remoto. A explosão aconteceu em frente a um centro comercial. A primeira hipótese investigada tinha sido de um vazamento de gás no quiosque. O comissário de polícia Celalettin Cerrah, porém, disse que "não foi gás, foi um explosivo". Mas não soube determinar que tipo de material tinha sido usado. A maioria das vítimas sofreu ferimentos leves. Só uma criança de oito anos e uma mulher de 44 estão em situação crítica. Três dos feridos eram policiais à paisana que estavam de serviço na área. Segundo a agência de notícias curda Firat, os moradores do bairro tentaram linchar vários curdos residentes na região. Até o momento, nenhum grupo assumiu a autoria do atentado. A organização clandestina Falcões da Libertação do Curdistão, que estaria ligada ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), assumiu a autoria de dois atentados semelhantes, no mês passado, em Istambul.

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