AP Photo/Sackchai Lalit
AP Photo/Sackchai Lalit

Polícia da Tailândia suspeita que 10 pessoas estejam envolvidas em atentado e pede ajuda à Interpol

Autoridades acreditam que ataque foi planejado por grupo que recebeu ajuda para conseguir os explosivos e para fugir

O Estado de S. Paulo

20 de agosto de 2015 | 11h13

BANGCOC - A polícia da Tailândia suspeita que pelo menos dez pessoas estejam envolvidas no atentado que matou 22 pessoas na segunda-feira no templo Erawan, em Bangcoc, informou o portal de notícias do canal Thai PBS, nesta quinta-feira, 20.

O chefe da polícia do país, Somyot Poompanmuang, ressaltou que o ataque foi planejado por uma rede que foi ajudada por tailandeses na obtenção de explosivos e na operação de fuga.

Autoridades tailandesas pediram ajuda à Interpol para encontrar o principal suspeito do pior ataque da história do país. “Vamos pedir a ajuda da Interpol hoje (quinta)”, declarou o general da divisão Apichart Suriboonya.

Bangcoc vai pedir que a polícia internacional divulgue um “aviso azul”, que servirá para coletar informações adicionais sobre a identidade, a origem e as atividades das pessoas. Autoridades emitiram na quarta-feira uma ordem de busca e um retrato falado do principal suspeito do atentado, mas ainda não conseguiram identificá-lo.

“Temos recebido muitas informações do público desde a divulgação do retrato falado, e estamos estudando essas pistas”, declarou o porta-voz da polícia, Prawut Thavornsiri.

As declarações foram feitas depois que autoridades tailandesas disseram que estavam em busca dos três suspeitos captados pelas câmeras de segurança nas proximidades do templo onde a bomba foi detonada.

Nas imagens é possível ver um jovem escondendo uma mochila, onde supostamente estariam os explosivos, enquanto outros dois indivíduos tentam encobrir a manobra. 

Segundo a rede britânica BBC, os dois suspeitos de terem ajudado o jovem que foi flagrado com um pacote nas mãos compareceram à polícia nesta quinta-feira, 20, e disseram que são guias turísticos. /EFE e AFP

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