Mark Wilson/Getty Images/AFP
Mark Wilson/Getty Images/AFP

Polícia declara 'alarme falso' e encerra buscas em prédio da Marinha em Washington

Edifício ficou duas horas fechado após denúncia de tiroteio no local, onde em 2013 homem realizou ataque e matou 12 pessoas

O Estado de S. Paulo

02 de julho de 2015 | 10h05

(Atualizada às 11h55) WASHINGTON - O prédio da base da Marinha em Washington DC ficou bloqueado por duas horas na manhã desta quinta-feira, 2, após a polícia ser chamada porque haveria um homem armado no local. As autoridades procuraram um homem armado, mas não encontraram nenhuma evidência de que teria ocorrido um tiroteio.

Com isso, a polícia encerrou as buscas e a investigação, informando que qualquer averiguação posterior seria feita por integrantes da própria Marinha.

O edifício é o mesmo onde, em 2013, o reservista e prestador de serviços da Marinha Aaron Alexis matou 12 pessoas e feriu outras três antes de ser morto pela polícia. Na ocasião, os EUA anunciaram que reformulariam as regras de segurança em todas as suas bases militares, dentro e fora do país. 

Uma fonte ouvida pela rede americana CNN afirmou que o chamado pela polícia informava um tiroteio no segundo andar do edifício. Nenhuma pessoa armada foi encontrada.

Como medida de segurança, policiais fecharam a Avenida Pennsylvania, em frente à Casa Branca. Dezenas de viaturas policiais e ambulâncias foram para as proximidades do prédio da Marinha. As autoridades estão em alerta em razão do feriado de 4 de julho, pela independência americana.

O Centro da Marinha é um complexo cerimonial e administrativo onde trabalham cerca de três mil pessoas às margens do rio Anacostia, no sudeste da cidade de Washington, a menos de dois quilômetros do Capitólio. /EFE

Relembre o caso de 2013:

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