Polícia defende gás lacrimogêneo em Hong Kong

A polícia de Hong Kong defendeu o uso de gás lacrimogêneo e outras táticas para controlar protestos que paralisaram o distrito financeiro da cidade. Segundo as autoridades, foram usadas 87 bombas de gás lacrimogêneo no domingo, o que foi "necessário" para conter os esforços dos manifestantes de atravessar barreiras. Os agentes de segurança disseram que 41 pessoas ficaram feridas, incluindo 12 policiais.

AE, Estadão Conteúdo

29 de setembro de 2014 | 12h13

"A polícia teve que usar a força mínima a fim de dar uma distância naquele momento entre os manifestantes e também a polícia", disse o comissário assistente de polícia para operações, Cheung Tak-Keung, a repórteres nesta segunda-feira.

Em uma mudança de tática, os policiais levantaram barricadas, mas não intervieram em agrupamentos. O emprego de bombas de gás lacrimogêneo parece ter saído pela culatra a julgar pelas multidões que se juntavam nesta segunda-feira. Após a jornada de trabalho, muitas pessoas passaram a se reunir com estudantes nas principais vias perto de sede do governo da cidade e em várias outras partes de Hong Kong. Fonte: Associated Press.

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