Polícia encontra quatro mortos em casa no coração da Disney World na Flórida

Família que residia no local estava desaparecida há dias; 'Celebration' é uma comunidade experimental desenvolvida pela empresa, que não possui as propriedades

Redação, O Estado de S.Paulo

14 de janeiro de 2020 | 23h06

A polícia do centro da Flórida encontrou quatro corpos na casa de uma família que desapareceu há dias no Celebration, uma pequena comunidade desenvolvida pela Disney World ao sul dos parques temáticos para que os residentes vivam em um mundo de fantasia.

Uma pessoa está presa, mas as identidades dos mortos são desconhecidas.

Na segunda-feira, 13, a polícia encontrou quatro pessoas mortas em uma casa em Celebration e está investigando o caso, confirmou a delegacia de polícia de Osceola County, no centro da Flórida, à AFP nesta terça-feira, 14.

"Estamos trabalhando com o escritório forense e com a promotoria e ainda estamos aguardando os resultados da autópsia", disse a porta-voz Bethzaida García. "O sujeito em custódia está ligado à investigação, mas não foi preso ou acusado", completou.

O jornal local Orlando Sentinel informou que a família de cinco pessoas que morava naquela casa estava desaparecida desde dias antes da descoberta. Eles são um casal e três filhos pequenos.

Amigos e familiares de Anthony e Megan Todt abriram um grupo no Facebook para procurar a família, que aparentemente estava desaparecida desde 6 de janeiro.

Depois que a polícia encontrou os corpos, alguém escreveu: "Tony (o diminutivo de Anthony) está no hospital. Não temos mais detalhes e daremos atualizações quando soubermos mais. Por favor, ore pela família", relatou o jornal. Logo depois, os administradores tornaram o grupo privado.

Celebration é uma comunidade experimental desenvolvida nos anos 90 pela empresa Disney World, que não possui as propriedades.

A comunidade é rica em lendas urbanas, como a Disney World contratando pessoas para passear com cães para torná-la mais caseira e que seus quase 8.000 habitantes têm passes anuais gratuitos para parques temáticos. As duas histórias são falsas. /AFP

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.