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Polícia está sem balas de borracha e gás lacrimogêneo

O governo boliviano negocia a compra de armamento não-letal, como balas de borracha e gás lacrimogêneo, com a fabricante brasileira Condor. O objetivo é repor os estoques nacionais, usados maciçamente em manifestações realizadas em Sucre no mês passado. Um funcionário do Itamaraty ouvido pelo ?Estado? confirmou que o governo boliviano está negociando, em caráter de urgência, a compra de novos estoques com a fabricante brasileira Condor.A chancelaria brasileira, no entanto, estaria tratando com reservas o assunto por não querer tomar parte em um conflito interno da Bolívia. "Isso nos colocaria em meio a uma grande confusão", disse o funcionário, que pediu para não ser identificado. De acordo com ele, os trâmites para a liberação da compra de armamento poderia levar cerca de um mês, mas o governo boliviano tem tentado acelerar o processo temendo o acirramento do conflito em Santa Cruz.Em sua edição de sábado, o jornal boliviano ?La Razón? confirmou a notícia de que as manifestações em Sucre teriam esgotado os armamentos da polícia boliviana. "Os ministros em La Paz disseram aos executivos da fábrica brasileira que procuravam uma nova remessa para ontem", publicou o ?La Razón?.

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