Polícia examina restos achados na van que explodiu em Jacarta

A polícia indonésia examinou nesta quinta-feira amostras de sangue e DNA de partes de corpo não identificadas encontradas dentro de uma van que explodiu diante do hotel Marriott de Jacarta, e um investigador forense disse que não ficou claro se se tratou de um atentado suicida. Os policiais divlgaram uma foto mostrando uma cabeça encontrada no local da explosão que se acredita pertencer à pessoa que dirigia o veículo, mas negou versões dos meios de comunicação segundo as quais as autoridades já haviam identificado o motorista. As investigações a respeito da explosão diante do Marriott - qu ematou pelo menos 10 pessoas e feriu cerca de 150 - se intensificavam hoje na capital indonésia ao mesmo tempo em que em Bali um tribunal condenava à morte um mentor dos atentados explosivos contra clubes noturnos na ilha, que deixaram 202 mortos, em sua maioria turistas ocidentais. Autoridades disseram que evidências encontradas no Marriott demonstram que a bomba foi detonada através de um telefone celular - o mesmo método supostamente utilizado pelo grupo radical islâmico Jemaah Islamiyah nos atentados em Bali. O governo teme que as condenações de membros do grupo terrorista possa provocar novos atentados por parte de seus militantes.

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