Polícia investiga médico pela morte de Jackson, diz TMZ

O Departamento de Polícia de Los Angeles está tratando a morte do astro pop Michael Jackson como homicídio e concentra suas investigações no doutor Conrad Murray, informou hoje o site "TMZ". A família do "Rei do Pop" vinha falando em "perguntas não respondidas" quanto à atuação do médico nas últimas horas de vida do artista. Os advogados de Murray afirmam que ele foi inocentado de suspeitas de conduta irregular.

AE, Agencia Estado

15 de julho de 2009 | 11h19

O site "TMZ", especializado no mundo do entretenimento, citou múltiplas fontes para informar que "as evidências apontam para o anestésico Propofol como causa principal da morte de Jackson". As fontes disseram também que os investigadores já dispõem de "evidências poderosas" sugerindo que Murray, de 51 anos, foi quem ministrou o medicamento.

A droga é utilizada para induzir estado de inconsciência em pacientes submetidos a cirurgias e, segundo especialistas, precisa ser aplicada por um anestesista treinado. Michael Jackson morreu no dia 25, anos 50 anos, depois de sofrer uma parada cardíaca em sua casa em Los Angeles. As informações são da Dow Jones.

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