Polícia italiana apreende obras de arte de US$ 150 mi

A polícia italiana anunciou neste sábado a apreensão de obras de arte avaliadas em US$ 150 milhões, que haviam sido escondidas pelo arruinado fundador da Parmalat, Calisto Tanzi.

AE-AP, Agencia Estado

05 de dezembro de 2009 | 14h19

Pinturas de Van Gogh, Picasso, Monet, Cézanne, entre outros, estavam entre as 19 obras-primas confiscadas pela polícia em sótãos e porões de três apartamentos do empresário arruinado, em Parma.

A polícia exibiu hoje a jornalistas algumas das pinturas perto do escritório central da Parmalat, na Itália.

Tribunais italianos determinaram que Tanzi foi o principal responsável pelo colapso da Parmalat em 2003 depois de acumular bilhões de dólares em dívidas. Muitos pequenos investidores perderam economias de vidas inteiras. Tanzi foi declarado culpado por crimes financeiros. As informações são da Associated Press.

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