Polícia mata suspeito de assassinar 4 em Nova York

A polícia da vila de Herkimer, Estado de Nova York, invadiu um prédio abandonado na manhã desta quinta-feira, onde um homem suspeito de ter aberto fogo e matado quatro pessoas no dia anterior estava escondido havia horas. O homem foi morto, após ter disparado contra um cão do FBI.

Agência Estado

14 de março de 2013 | 11h21

Kurt Myers, de 64 anos, foi morto pelos policiais que cercavam um bloco comercial desde a tarde de quarta-feira. Equipes de policiais de elite chegaram ao local por volta de 8h (horário local) desta quinta-feira, informou o policial Jack Keller said. Os disparos aconteceram no porão. Segundo Keller, a polícia enviou primeiro o cão e Myers atirou e matou o animal.

"Ele estava nos esperando", afirmou Keller. "Ele matou o cachorro. Nós ouvimos os disparos. Nossos policiais revidaram os tiros e o suspeito foi atingido". Nenhum policial ficou ferido, disse Keller.

De acordo com a polícia, Myers entrou numa barbearia na quarta-feira, perguntou se o homem que cortava cabelos se lembrava dele e abriu fogo com uma espingarda, o primeiro dos atos de violência que terminaram com quatro mortos e duas pessoas gravemente feridas.

Os disparos prejudicaram a paz e deixaram nervosos os moradores de Mohawk e Herkimer, duas pequenas vilas localizadas a cerca de 170 quilômetros a noroeste de Nova York, separadas uma do outra pelo rio Mohawk

A polícia disse que houve um incêndio no apartamento de Myers, que fica em Mohawk, por volta de 9h30 de quarta-feira. A seguir, ele foi até a barbearia, próxima a sua casa, e usou a espingarda para matar dois clientes: Harry Montgomery, de 68 anos, e Michael Ransear, de 57. O proprietário da barbearia, John Seymour, e outro cliente, Dan Haslauer, foram gravemente feridos.

Myers seguiu então para um lava rápido próximo a Herkimer e usou sua espingarda para matar Michael Renshaw e Thomas Stefka. Vizinhos disseram que mal conheciam Myers, que raramente falava com eles e costumava sair de casa pela manhã em seu carro. As informações são da Associated Press.

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