Polícia prende pacifista Cindy Sheean, cujo filho morreu no Iraque

A Polícia de Nova York prendeu nesta segunda-feira Cindy Sheehan, símbolo pacifista desde que seu filho morreu lutando no Iraque, e outras três ativistas que tinham se reunido em frente à sede da missão dos EUA nas Nações Unidas. A prisão aconteceu depois que as quatro pacifistas se recusaram a deixar o local após terem tido rejeitado um pedido para serem recebidas na representação diplomática para entregar uma declaração, informou num comunicado à EFE o grupo "Mulheres contra a Guerra", ao qual Sheehan pertence. Segundo a fonte, a declaração que as detidas queriam entregar na missão diplomática é assinada por 60 mil mulheres e pede a retirada do Iraque do contingente militar americano e "do resto das tropas estrangeiras". As detidas tinham participado de um protesto com cerca de outras 20 de mulheres, várias delas iraquianas, em frente à representação diplomática americana, perto da sede da ONU, em protesto contra a invasão militar do país árabe. Esta é a terceira vez que a Polícia detém Cindy Sheehan desde que a ativista se tornou no ano passado um símbolo pacifista e da rejeição à ocupação do Iraque. Nas outras duas vezes, a Polícia liberou Sheehan poucas horas depois da prisão, após um depoimento.

Agencia Estado,

06 Março 2006 | 22h27

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