Polícia prende suspeito de ter matado 7 mulheres em Indiana

Darren Vann, de 43 anos, levou oficiais até os corpos das vítimas; autoridades suspeitam que ele seja um assassino em série

O Estado de S. Paulo

20 de outubro de 2014 | 21h14

HAMMOND, INDIANA - Um criminoso sexual registrado suspeito de ter assassinado pelo menos sete mulheres e ter deixado seus corpos em casas abandonadas no Estado americano de Indiana pode ser um assassino em série que matou outras pessoas no Estado nos últimos 20 anos, afirmou a polícia local nesta segunda-feira, 20. Darren Vann, de 43 anos, já foi acusado de um dos assassinatos, de acordo com registros no site do tribunal de Lake County. Ele está sob custódia da polícia da cidade de Hammond. 

Vann, um agressor sexual registrado após de um ataque em 2008, no Texas, foi preso na cidade de Gary, no sábado, um dia depois de a polícia encontrar o corpo de Afrika Hardy, de 19 anos, em um motel de Hammond. 

De acordo com John Doughty, chefe de polícia de Hammond, a jovem tinha anunciado serviços sexuais em um site antes de se encontrar com Vann em um motel. Como ela não voltou, uma mulher que ajudou a organizar o encontro dos dois foi procurar Afrika e a encontrou morta por estrangulamento.

Cooperação. Depois de ser detido, Vann cooperou com a polícia e admitiu seu envolvimento no assassinato de Afrika. Ele também levou a polícia até corpo de outras seis mulheres, abandonados em casas na cidade de Gary, afirmou Doughty. Além de Afrika, as outras vítimas seriam Anith Jones, de 35 anos, de Merrillville, Teiarra Batey, de 28, de Gary, e Christine Williams, de 36 anos, também de Gary. Doughty não especificou se elas seriam garotas de programa ou não. Outras três mulheres ainda não foram identificadas. 

"Com base no depoimento que já temos, o histórico de crimes dele pode ter começado há 20 anos, mas isso ainda precisa ser confimado", afirmou o chefe de polícia. "É possível que surjam outras vítimas."

Vann vivia em uma casa na zona rural de Gary com seu irmão a cunhada, disse à Reuters um vizinho que pediu para não ser identificado. O vizinho disse que Vann era uma boa pessoa, que cuidava dos sobrinhos e que estava chocado com a revelação.

Autoridade de Gary e de Austin, no Texas, disse que estão revisando casos de pessoas desaparecidas para tentar identificar os corpos e outras possíveis vítimas. De acordo com o jornal Chicago Tribune, a ex-mulher de Vann afirmou que eles foi um Marine das Forças Armadas dos EUA. / REUTERS

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