Polícia retira colar-bomba colocado em fazendeiro venezuelano

Após horas de tentativas, agentes do departamento de segurança da Colômbia e da polícia polícia da venezuela desativaram nesta terça-feira um colar de explosivos colocado em um fazendeiro venezuelano por supostos membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, informou a cadeia de televisão Globovisión. O colar-bomba foi colocado no pecuarista Jesús Orlando Guerrero, de 65 anos, por três indivíduos armados que o abordaram em sua fazenda Agua Blanca, no município de Junín, no estado de Táchira, a 10 km da fronteira com a Colômbia. Para livrá-lo do ?enfeite?, os supostos guerrilheiros das Farc exigiram do fazendeiro um pagamento equivalente a US$ 175.000. O colar foi montado com pedaços de tubo galvanizado recheados com o explosivo C-4 e outro tipo de material comercializado com o nome de ANFO, baseado em nitrato de amônio e utilizado com freqüêncxia em atividades de mineração e construção. Era pintado de dourado e tinha escritas as siglas FARC-EP, esta última do Exército Popular. Os supostos rebeldes ameaçaram detonar a bomba se o refém não efetuasse em um prazo de 72 horas o pagamento da extorsão. Os especialistas em desativação de bombas tiveram de interromper várias vezes seu trabalho para o fazendeiro descansar e mudar de posição, enquanto tentavam decifrar a chave do complicado detonador eletrônico de 12 dígitos. Um agente da polícia estatal de Táchira que pediu anonimato relatou o incidente à Associated Press.

Agencia Estado,

01 Julho 2003 | 16h11

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