Greg Bowker/AFP
Greg Bowker/AFP

Policial desarmado morre após ser baleado por motorista em blitz de rotina na Nova Zelândia

Agente de polícia foi o primeiro a morrer durante o trabalho na Nova Zelândia em mais de dez anos

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de junho de 2020 | 00h38

Um policial foi morto e outro gravemente ferido por um motorista que foi parado em uma blitz de rotina em Auckland, na Nova Zelândia, na manhã desta sexta-feira, 19. O suspeito atirou contra os policiais e fugiu logo em seguida. Durante a fuga, uma pessoa que estava nas redondezas foi atropelada.

A superintendente da polícia distrital, Naila Hassan, disse que a equipe está à procura do suspeito. Escolas e creches próximas ao local do crime foram colocadas em lockdown. 

Os dois policiais estavam desarmados, procedimento normal na Nova Zelândia. Apenas policiais altamente treinados como os que fazem a segurança de aeroportos ou integram equipes táticas carregam armas no dia a dia. 

Esse foi o primeiro registro de morte policial durante o trabalho em pelo menos uma década no país. Crimes relacionados a armas de fogo são relativamente raros na Nova Zelândia, onde leis foram endurecidas duas vezes após um atirador matar 51 muçulmanos em Christchurch no ano passado, o maior tiroteio registrado na história recente do país. 

A primeira-ministra Jacinda Ardern disse que a morte foi "devastadora". Em comunicado oficial, ela afirmou que "perder um policial é não só perder alguém que trabalha para todos nós, mas também um membro de uma família, o amor e o amigo de alguém". 

Na quinta-feira, deputados aprovaram uma lei para criar novos requisitos que devem ser registrados em atos de compra e venda de armas de fogo./REUTERS

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