Policial nega ter assassinado jornalista

Um oficial de polícia negou sob juramento ter assassinado a editora de uma revista no mês passado, acusando a polícia kuwaitiana de tê-lo pressionado a confessar um crime que ele não cometeu. O réu, Khaled al-Azmi, fez a declaração na abertura de seu julgamento, neste domingo. Se condenado, al-Azmi, de mais de 40 anos, pode ser condenado à morte pelo assassinato de Hidaya Sultan al-Salem. Policiais e promotores disseram que ele confessou ter matado a mulher de 65 anos com sua arma de trabalho quando ela estava parada com seu carro num congestionamento em 20 de março porque estava furioso com um artigo escrito por ela na revista Al-Majales, que ofenderia a tribo do policial. "Eles (os policiais) me obrigaram a confessar", garantiu. "Disse a eles o que eles queriam ouvir. Disse a eles que planejei e cometi o crime."

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