Larry W. Smith/Efe
Larry W. Smith/Efe

Pré-candidatos republicanos se preparam para prévias de Iowa

Romney, Paul e Santorum estão em disputa acirrada no Estado, o primeiro a realizar o caucus

Agência Estado

02 de janeiro de 2012 | 16h43

WASHINGTON - Pré-candidatos à nomeação dos republicanos para a disputa da presidência dos Estados Unidos faziam seus últimos preparativos nesta segunda-feira, 2, um dia antes de os eleitores de Iowa começarem a escolher o favorito para disputar a eleição com Barack Obama, em novembro.

 

Pesquisas mostram que o ex-governador de Massachusetts, Mitt Romney, está numa disputa acirrada com o deputado pelo Texas, Ron Paul, e com o ex-senador pela Pensilvânia, Rick Santorum. Iowa será o primeiro Estado americano a realizar o caucus republicano.

 

O caucus - prévia para decidir qual é o candidato escolhido pelo Estado - de terça-feira em Iowa pode definir o campo para os sete candidatos que buscam ser o escolhido do partido. Trata-se da primeira de uma cansativa série de eleições primárias que acontecem Estado por Estado e se estendem até o final de junho.

 

Três ou quatro candidatos costumam sair de Iowa com impulso e dinheiro para continuar na corrida. A luta pela nomeação tem sido definida não apenas pelas questões discutidas, mas também pela argumentação de cada candidato de é o melhor para impedir Obama de conquistar um segundo mandato na Casa Branca.

 

Obama sofre com a estagnação da economia, que tem demorado para se recuperar da recessão que assolou o país entre 2007 e 2009.

 

Com cerca de metade dos prováveis participantes do caucus de Iowa ainda indecisos, um resultado inesperado ainda é uma possibilidade, já que o partido até agora não conseguiu se unir ao redor de Romney, o aristocrata do leste que tem financiamento e é o favorito da cúpula republicana.

 

Embora Romney não tenha o apoio da maioria dos prováveis participantes do caucus de Iowa, ele é visto como o republicano que tem mais chances de derrotar Obama.

 

Romney tem demorado para conquistar o amplo apoio no partido em razão de suas posições moderadas sobre questões sociais, assumidas no passado, e das reformas no sistema de saúde que ele implantou em Massachusetts, quando era governador. As informações são da Associated Press.

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