Prefeito de Bogotá deve ser destituído do cargo

O Conselho de Estado da Colômbia apresentou uma decisão contrária ao prefeito de Bogotá, Gustavo Petro. Esse era o último recurso que Petro possuía para permanecer no cargo. Agora, o presidente Juan Manuel Santos possui um prazo de 10 dias para emitir um decreto designando um prefeito interino, o qual ele já afirmou que irá fazer.

AE, Agência Estado

19 de março de 2014 | 03h01

A única possibilidade de Petro permanecer no cargo é se a Comissão Interamericana de Direitos Humanos conceder as medidas cautelares que solicitou no fim de 2013 para suspender o processo de destituição, mas isso tem que ser feito antes de o presidente colombiano assinar o decreto.

María Claudia Rojas, presidente do Conselho de Estado, informou que a decisão foi tomada com 15 votos favoráveis e 8 contrários.

Ex-senador de 53 anos de idade, Petro militou no grupo guerrilheiro agora pacificado Movimento 19 de Abril (M-19). O imbróglio teve início em dezembro de 2013, quando a procuradoria geral destituiu o prefeito e o proibiu de permanecer na política por 15 anos devido à decisão de mudar por decreto o sistema de coleta de lixo na capital colombiana. A medida foi considerada pela procuradoria uma falta gravíssima contra o livre empreendimento e a concorrência. Fonte: Associated Press.

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