Governo do Estado de São Paulo
Governo do Estado de São Paulo

Prefeitura e governo de São Paulo homenageiam comunidade libanesa após explosões em Beirute

Palácio dos Bandeirantes e quatro áreas públicas ficarão iluminadas com as cores do Líbano até sexta-feira

Redação, O Estado de S.Paulo

05 de agosto de 2020 | 19h51

A Prefeitura e o governo do Estado de São Paulo vão prestar homenagem à comunidade libanesa após a tragédia de terça-feira, quando duas explosões no Porto de Beirute causaram devastação à capital e deixaram mais de 100 mortos e milhares de feridos. Cartões-postais da cidade de São Paulo receberão até sexta-feira iluminação com as cores do país. 

O governo João Doria (PSDB) informou que a fachada do Palácio dos Bandeirantes receberá as cores da bandeira do Líbano - vermelha, verde e branca - até a sexta-feira, 7. O governador manifestou solidariedade à população "em nome dos brasileiros de São Paulo". "Nossa solidariedade às famílias dos que perderam suas vidas e daqueles que estão hospitalizados. Em especial também à comunidade libanesa aqui no Estado de São Paulo", que é a maior fora do Líbano, informou Doria, em um comunicado. 

A Prefeitura de São Paulo afirmou, por sua vez, que vai iluminar com as cores do Líbano quatro áreas públicas da capital por três dias: Edifício Matarazzo (sede da administração municipal), Viaduto do Chá, Ponte Octavio Frias (Estaiada) e Biblioteca Mário de Andrade. “Dessa forma, a cidade de São Paulo presta as suas condolências e solidariedade à comunidade libanesa”, disse o prefeito Bruno Covas.

A Prefeitura fez uma ressalva e explicou que, a pedido do cônsul-geral do Líbano em São Paulo, Rudy El Azzi, para evitar confusão com bandeiras de outros países, a iluminação ficará apenas nas cores vermelha e branca, sem a utilização da cor verde, uma vez que o cedro, presente na bandeira, não seria reproduzido. A iluminação também ficará até sexta-feira, das 18h às 6h, como informou a Prefeitura.  

Na terça-feira, duas explosões na região portuária de Beirute, no Líbano, mataram pelo menos 135 pessoas, feriram 4 mil e espalharam destruição por quilômetros. O governo local afirmou que um curto-circuito causou incêndio e explosão em um depósito de fogos e em outro onde estavam 2,7 mil toneladas de nitrato de amônio.    

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.