Premiê de Cingapura nega lavagem de dinheiro

Alguns eurodeputados pediram que o país congele as contas da Junta Militar birmanesa em bancos

EFE

06 de outubro de 2007 | 03h20

O primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, negou que a cidade-estado tenha se transformado em um centro de lavagem de dinheiro para a Junta Militar de Mianmar. "Não temos nenhum dinheiro sujo e condenamos a lavagem de dinheiro. Nossas regulações financeiras são tão rígidas como as de qualquer outro centro financeiro, como Londres, Hong Kong ou Nova York", assegurou em declarações publicadas hoje pela imprensa local.  Alguns eurodeputados pediram esta semana a Cingapura que congele as contas de membros da Junta Militar birmanesa em bancos da Cidade de Cingapura, capital do país, depois da repressão dos protestos liderados pelos monges budistas. Por outro lado, Lee confirmou que continuarão admitindo a entrada no país dos membros do regime birmanês que viajem para ali para se submeter a tratamento médico, estimando que a proibição seria "contrário à natureza humana".

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