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Premiê paquistanês Gilani diz que terrorismo é a prioridade

'O terrorismo e o extremismo são nossos maiores problemas', Yousaf Raza Gilani ao Parlamento neste sábado

Kamran Haider, REUTERS

29 de março de 2008 | 11h16

O novo governo paquistanês negociará uma trégua com os militantes, disse neste sábado, 29, o primeiro-ministro do país, Yousaf Raza Gilani, ao Parlamento ao traçar as prioridades do Executivo. A pobreza e o desemprego também estarão no topo da agenda, afirmou Gilani. Ele assegurou aprovação unânime na Assembléia Nacional sem voto de confiança após a oposição ter dito que o apóia. "O terrorismo e o extremismo são nossos maiores problemas. Eles colocaram o país em perigo. Portanto, a nossa primeira prioridade é trazer paz ao país e combater o terrorismo", afirmou Gilani, que é um dos líderes do partido da ex-primeira-ministra assassinada Benazir Bhutto. "Estamos prontos para falar a todos que entreguem suas armas e adotem o caminho da paz." O partido de Bhutto obteve a maioria dos assentos no Parlamento na eleição de 18 de fevereiro e está formando uma coalizão com o partido de outro ex-premiê, Nawaz Sharif, e mais duas legendas menores. A eleição foi uma derrota para o presidente Pervez Musharraf, já que o principal partido que o apóia ficou apenas na terceira posição em assentos. Duas autoridades norte-americanas visitaram o Paquistão nesta semana e receberam a promessa de que o governo está determinado em combater o terrorismo, mas que irá adotar uma nova abordagem a ser determinada pelo Parlamento, em oposição à política de Musharraf de trabalhar sozinho.

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