EFE/EPA/YAHYA ARHAB
EFE/EPA/YAHYA ARHAB

Presidente do Iêmen condena ataque terrorista que deixou 60 mortos em base militar

Mísseis balísticos destruíram mesquita que ficava dentro da base militar em Marib, matando 60 pessoas e ferindo outras cem; este é pior ataque na região desde o início dos conflitos em 2014

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de janeiro de 2020 | 12h20

SANAA - O presidente do Iêmen, Abd-Rabbu Mansour Hadi, condenou o ataque de mísseis de rebeldes Houthi, que deixaram 60 mortos em uma base militar na província de Marib, no centro do país, neste último sábado, 18, em mais um episódio da guerra civil que desola o país desde 2014.

Uma barragem de mísseis balísticos destruiu uma mesquita que ficava dentro da base militar em Marib, matando 60 pessoas e ferindo outras cem, no pior ataque na região desde o início dos conflitos. A província, base de operações da coalizão comandada pela Arábia Saudita, fica a 115 quilômetros da capital Sanaa, que está sob controle dos rebeldes.

Hadi descreveu o ataque como um ato de "agressão flagrante" e que mostra a "falta de vontade" dos rebeldes Houthi em negociarem um acordo de paz. O presidente, que comanda o país do exílio na Arábia Saudita, disse que os Houthi são uma "ferramenta barata do Irã na região".

A guerra civil, que começou em 2014, evoluiu para um conflito fantasma entre Arábia Saudita e Irã, com cada uma das potências apoiando um dos lados. A luta já vitimou mais de 100 mil pessoas, criando mais de três milhões de refugiados e deixou o país mais pobre do Oriente Médio em situação crítica./AP

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