Presidente indonésio garante segurança após bombas em hotéis

O presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, disse nesta terça-feira que o país é capaz de garantir segurança, mesmo após a explosão de bombas em dois hotéis de luxo em Jacarta na semana passada.

SARA WEBB E ANDREAS ISMAR, REUTERS

21 de julho de 2009 | 08h00

Os ataques suicidadas de sexta-feira nos hotéis JW Marriott e Ritz-Carlton deixaram um saldo de 9 mortos e 53 feridos, entre eles estrangeiros e indonésios.

"Minha mensagem ao mundo é que nós podemos superar este problema e vamos continuar a garantir ainda mais segurança no futuro", disse Yudhoyono durante inauguração de um novo museu na capital do país.

Os ataques apresentaram marcas do Jemaah Islamiah, um grupo militante islâmico do Sudeste Asiático, que já teve como alvo redes de hotéis de fora e frequentados por estrangeiros.

O grupo foi responsável por diversos ataques na Indonésia, entre eles o de 2002 em Bali que deixou 202 pessoas mortas.

Bancos como o Royal Bank of Scotland e o de Cingapura DBS proibiram temporariamente seus funcionários de irem à Indonésia, o país muçulmano mais populoso do mundo, enquanto o Citigroup Inc e outros impuseram apenas restrições de viagem ao país.

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