AFP PHOTO / JOANA SOUSA
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Presidente português visita vítimas de incêndio na Ilha da Madeira

Ao menos 3 pessoas morreram e mil estão desabrigadas na província; o astro do Real Madrid, Cristiano Ronaldo, prestou solidariedade às vítimas

O Estado de S. Paulo

10 Agosto 2016 | 19h06

LISBOA - Em visita à Ilha da Madeira, o presidente português Marcelo Rebelo de Sousa elogiou a coragem dos ilhéus. Rebelo de Sousa teve de pousar na ilha de Porto Santo e seguir de helicóptero para Funchal em virtude das condições climáticas ruins na ilha. Ao menos 3 pessoas morreram e mil estão desabrigadas na província. O astro do Real Madrid, Cristiano Ronaldo, prestou solidariedade às vítimas. 

“O comportamento tem sido exemplar”, disse o presidente, que agradeceu às ofertas de ajudas de outros países. “O rei de Marrocos mandou uma mensagem perguntando se necessitávamos de reforço e a embaixadora britânica também os ofereceu.”

 A maior preocupação no começo da madrugada na Ilha era um foco de incêndio que se acercava do Estádio do Nacional da Madeira, a principal equipe da ilha, que revelou Cristiano Ronaldo, atualmente no Real Madrid.

O principal jogador de Portugal lamentou via redes sociais o incêndio em sua cidade natal.

“Assisto com dor a o que acontece na Madeira”, escreveu o capitão da seleção no Facebook. “Boa sorte e obrigado aos bombeiros que colocam em risco suas vidas para salvar os outros estou com vocês.”

Segundo a imprensa portuguesa, Cristiano Ronaldo conversou por telefone com autoridades ilhéus para oferecer sua solidariedade aos afetados pelos incêndios. 

Ainda ontem, a Polícia Judicial portuguesa divulgou um novo balanço com o número de pessoas detidas de provocar incêndios no país. Segundo o levantamento, ao menos 26 suspeitos foram presos, dois deles no norte de Portugal, em Braga e Aveiro, já perto da fronteira com a Espanha. 

Embora não tenham sido divulgados ainda dados oficiais sobre o impacto dos incêndios deste ano no verão portuguêsm estima-se que a onda se assemelha às registradas em 2003, 2005, 2010 e 2013. 

Segundo a União Europeia, Portugal é um dos países-membros do bloco mais atingido pelos incêndios, em virtude de condições climáticas ao longo do verão. /EFE

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