Presidente ruandês vê 'ideologia genocida' da França

PARIS - Na homenagem às 800 mil vítimas do genocídio tutsi em Ruanda, na segunda, o presidente, Paul Kagame, acusou a França e a Bélgica de terem desempenhado um "papel direto" na tragédia. O genocídio teve início em 7 de abril de 1994, após o atentado contra o avião que matou o então presidente, Juvenal Habyarimana, da maioria étnica hutu.

Andrei Netto, Correspondente - O Estado de S.Paulo

08 de abril de 2014 | 02h01

Por mais de 100 dias, líderes hutus radicais ordenaram o massacre da população tutsi e de hutus moderados. A matança só parou após o envio de tropas francesas, na operação conhecida como Turquesa. Desde então a missão é acusada de ter protegido os líderes responsáveis pelo genocídio.

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