Primeira-dama é uma versão light de Kirchner

Rainha Cristina é o apelido preferido da primeira-dama argentina que - desde ontem, oficialmente - é a candidata presidencial com mais chances de vencer as eleições. Vaidosa, Cristina abusa do botox e é conhecida por ser autoritária e não ter papas na língua. Fã declarada de Hillary Clinton, a primeira-dama argentina apoiou a chilena Michelle Bachelet durante sua campanha. Se for eleita, segundo analistas, deve aproximar mais o país do Chile e do Brasil e afastá-lo da Venezuela de Hugo Chávez. Nascida há 54 anos em La Plata, Cristina formou-se em Direito e desenvolveu uma carreira política independente da figura do marido. Os analistas acreditam que, no poder, ela seria uma versão "light" de Kirchner - ou seja, faria um governo mais moderado que o do marido, no qual os choques com empresários e instituições financeiras são freqüentes.

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