Eric Thayer/Reuters
Eric Thayer/Reuters

Primeira operação militar de Trump mata 14 membros da Al Qaeda no Iêmen

Um militar norte-americano morreu e outros três ficaram feridos

O Estado de S.Paulo

29 Janeiro 2017 | 11h57

Pelo menos 14 membros da Al Qaeda morreram neste domingo, 29, no primeiro ataque aéreo de grande escala dos Estados Unidos ao Iêmen desde a posse de Donald Trump. Do lado norte-americano, um soldado morreu e três militares ficaram feridos, sendo essa a primeiro morte de um membro do exército em combate desde o ínicio do novo governo norte-americano.

O bombardeio foi realizado no início da manhã de domingo por aviões Apache e helicópteros em Yakla, na região de Baida, no centro do Iêmen, informou um oficial provincial à AFP.

Drones e helicópteros, munidos com metralhadoras pesadas, atacaram Al Qaeda em uma escola e uma mesquita, disse um funcionário que pediu anonimato. Soldados americanos também foram vistos em terra.

O chefe local da Al Qaeda, identificado como Abu Barazan está na lista das pessoas mortas na operação. Outros três chefes tribais ligados à Al Qaeda também teriam morrido: Irmãos Abdelrauf e Soltan Al Zahab e Saïf Alawai Al Jawfi.

Esta operação militar é a primeira atribuída aos Estados Unidos contra os jihadistas no Iêmen desde que Trump assumiu o cargo, em 20 de janeiro./AFP e Associated Press

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