Primo de Uribe está sendo julgado na Colômbia

O ex-senador Mario Uribe, de 60 anos, afirmou hoje que "nunca" fez acordos nem contatos com paramilitares. Suas supostas ligações com esses grupos o levaram ao julgamento iniciado nesta segunda-feira na Suprema Corte da Colômbia.

AE-AP, Agência Estado

12 de julho de 2010 | 20h43

O ex-senador, que foi presidente do Congresso de 2000 e 2001, está detido desde fevereiro, quando a Justiça ordenou sua prisão por suposta ligação com Salvatore Mancuso. Depois de se desmobilizar, Mancuso foi extraditado em maio de 2008 para os Estados Unidos, onde é acusado de tráfico de drogas.

Segundo a investigação, o ex-senador fez um acordo com Mancuso para vencer as eleições parlamentares de março de 2002. O ex-paramilitar Jairo Castillo, conhecido como "Pitirri", revelou que em meados dos anos 1990 viu Mario Uribe em companhia de paramilitares negociando e comprando terras no município de Caucasia, departamento (Estado) de Antioquia, e no departamento de Córdoba, ambos no noroeste da Colômbia.

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