Principais aeroportos da Islândia voltarão a operar na noite desta 2ª feira

Aeroportos de Keflavik e Reykjavík estão fechados desde domingo por causa da erupção do Grimsvotn

Efe

23 de maio de 2011 | 11h52

A atividade do vulcão foi constante e a nuvem alcançou hoje entre 6 mil e 10 mil metros de altura

 

 

COPENHAGUE - As autoridades da Islândia informaram nesta segunda-feira, 23, que nesta noite as operações voltarão a operar nos aeroportos internacionais de Keflavik, o principal do país, e de Reykjavík, fechados desde domingo pela nuvem de cinza vulcânica.

 

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A atividade do vulcão Grimsvotn, que entrou em erupção no sábado, foi constante e a nuvem alcançou hoje entre 6 mil e 10 mil metros de altura, a metade do primeiro dia, indicaram as autoridades islandesas.

 

Desde as 1h30 do horário de Brasília desta segunda-feira não se detectou atividade elétrica no vulcão, situado ao sul do país, enquanto no sábado foi muito intensa e se registrou um número de raios por hora mil vezes maior que no ano passado com a erupção do Eyjafjallajokull.

 

As precipitações de cinza, que no domingo alcançaram Reykjavik e quase todo o país, se concentraram nesta segunda-feira só de forma intensa no sul e sudoeste da geleira Vatnajokull, sob o que se encontra o vulcão, e de forma mais suave em todo o sudoeste da ilha.

 

Os ventos sopram em direção norte e oeste e não se detectaram enchentes procedentes da geleira, um fenômeno usual tratando-se de eruções no Grimsvoetn, embora os especialistas não as esperassem.

 

O órgão estatal que controla a navegação aérea na Dinamarca, Naviair, ampliou até a meia-noite desta segunda-feira o fechamento de uma pequena faixa no leste da Groenlândia, território autônomo dinamarquês.

 

As autoridades norueguesas esperam que a partir das 15h do horário de Brasília se interrompam as conexões com o arquipélago de Svalbard, situado no Círculo Polar Ártico.

 

A maioria dos especialistas locais não acredita que vá repetir o episódio do ano passado, quando a erupção de outro vulcão islandês, o Eyjafjallajokull, paralisou o tráfego aéreo europeu durante várias semanas.

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