Principal líder checheno nega ligação com seqüestro de crianças

Representantes de Aslan Mashkhadov, líder rebelde que chegou a ser eleito presidente da Chechênia em 1997, negam envolvimento na captura de centenas de reféns numa escola do sul da Rússia, onde terroristas com cinturões explosivos ameaçam matar 20 crianças para cada um deles que for ferido pelas autoridades.Os seqüestradores exigem a libertação de combatentes detidos por uma série de ataques contra policiais em outra parte da Rússia, a Ingushétia, em junho, informa a agência de notícias ITAR-Tass. O guerrilheiro checheno Shamil Basayev, de um grupo mais radical que o de Mashkhadov, havia reivindicado responsabilidade pelos ataques na Ingushétia. Segundo a mídia internacional, um dos seqüestradores da escola se identificou como membro do grupo de Basayev.Em 1995, rebeldes liderados por Basayev tomaram um hospital na cidade de Budyonnovsk, fazendo 2.000 reféns. O impasse durou seis dias e terminou com cerca de 100 mortos.

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