AFP PHOTO/KIRSTY WIGGLESWORTH
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Príncipe Harry comemora 31 anos em celebração da Batalha da Inglaterra

Na batalha que completou 75 anos a Real Força Aérea britânica (RAF) derrotou a aviação alemã durante a 2ª Guerra; veja imagens

O Estado de S. Paulo

15 Setembro 2015 | 15h14

LONDRES - O príncipe Harry, neto da rainha Elizabeth II, dedicou nesta terça-feira, 15, o dia de seu 31º aniversário para comemorar o 75º aniversário da Batalha da Inglaterra, em plena 2ª Guerra, quando a Real Força Aérea britânica (RAF) derrotou a aviação alemã.

O príncipe Harry, quinto na linha de sucessão ao trono britânico, voaria em um dos Spitfire PV202, o caça que a RAF usou em 1940 para enfrentar os bombardeiros nazistas, que participaram dos voos comemorativos. No entanto, o príncipe, militar de carreira, cedeu seu posto a um companheiro cujo avião apresentava problemas mecânicos.

Segundo seu porta-voz, o príncipe "sacrificou" esta oportunidade de pilotar um dos históricos caças da RAF para que Tom Neil, de 95 anos, veterano da Batalha da Inglaterra, pudesse fazê-lo.

Esta foi a batalha que impediu a Alemanha de continuar com os planos de invadir o território britânico por terra.

Cerca de 40 Spitfires, Hurricanes e Bristol Blenheim voaram em formação desde o aeroporto de Goodwood, no condado inglês de West Sussex, e depois se dispersaram pelos cenários dos principais combates daquela batalha aérea, considerada decisiva para o desenrolar da Segunda Guerra Mundial.

Este aniversário será o último que poderão participar os pilotos que estiveram no conflito, já em idade avançada, por isso foi marcado por vários atos, entre eles uma missa na catedral de Saint Paul, de Londres, assistida pelo primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, e pelo novo líder do Partido Trabalhista, Jeremy Corbyn.

O príncipe Harry, que deixou o exército em junho e se dedica agora a atividades beneficentes, disse ter se sentido "incrívelmente honrado" de dedicar o dia de seu aniversário para assistir à exibição aérea. Não está prevista nenhuma outra celebração pública. EFE

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