EFE/EPA/NEIL HALL
EFE/EPA/NEIL HALL

Príncipe Philip é flagrado dirigindo sem cinto após sofrer acidente

Marido da rainha Elizabeth II teve de dar explicações para a polícia; ele tem 97 anos

Redação, O Estado de S.Paulo

20 de janeiro de 2019 | 16h51

LONDRES - O príncipe Philip, de 97 anos, marido da  rainha Elizabeth II, teve de conversar com a polícia após dirigir sem o cinto de segurança dois dias após se envolver em um acidente de trânsito.

A polícia se ocupou do caso depois que a imprensa publicou fotos tiradas ontem em que o príncipe dirigia sem o cinto de segurança na propriedade real de Sandringham, em Norfolk, leste da Inglaterra.

Uma porta-voz da polícia de Norfolk informou que o corpo de segurança estava a par das fotografias, e assinalou que "foram dados os conselhos apropriados ao motorista".

"Isto corresponde à nossa reação habitual quando tomamos conhecimento de imagens assim, onde se mostra este tipo de delito", assinalou.

Na última quinta-feira, o príncipe saiu ileso de um acidente de trânsito perto de Sandringham, em Norfolk, leste da Inglaterra, onde passa grande parte do inverno com Elizabeth II. O carro que ele dirigia virou após sair de um caminho da propriedade real para entrar em uma estrada, e se chocou com outro veículo, em que viajavam duas mulheres, que ficaram feridas, e um bebê, que não se feriu.

A passageira Emma Fairweather se queixou na edição deste domingo do jornal Sunday Mirror de não ter recebido um pedido de desculpas do príncipe. "Tenho a sorte de continuar viva, e ele sequer se desculpou", disse ao jornal. "Foi um momento tão traumático e doloroso que eu esperava mais da família real."

"Segundo o procedimento habitual referente a colisões com feridos, o acidente será investigado e serão tomadas as medidas adequadas", informou na sexta-feira a polícia de Norfolk.

Conhecido por seu temperamento impetuoso e suas piadas politicamente incorretas, o duque de Edimburgo se retirou das atividades públicas em 2017, após participar de mais de 22 mil atos públicos oficiais desde que sua mulher passou a ocupar o trono, em 1952./AFP 

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