Professor morre e dois alunos ficam feridos em tiroteio em Nevada

O atirador, um estudante, abriu fogo em uma escola do ensino médio e se suicidou em seguida

O Estado de S. Paulo,

21 de outubro de 2013 | 14h46

Policiais cercam escola onde ocorreu tiroteio / Foto: Reuters

(Atualizada às 19h25) SPARKS, EUA - Um professor de matemática foi morto e dois alunos foram feridos por um estudante que abriu fogo na manhã desta segunda-feira, 21, em uma escola de ensino médio da cidade se Sparks, no norte do Estado americano de Nevada, e se suicidou em seguida. Os dois adolescentes atingidos pelos disparos estavam em situação crítica - um deles passou por cirurgia de emergência no hospital de Reno que os socorreu.

"Um garoto começou a enlouquecer, sacou uma arma e atirou (...). Daí, ele foi em direção a um professor e disse para ele se afastar. O professor começou a recuar e ele (o assassino) puxou o gatilho", disse Andrew, aluno que testemunhou o crime, à emissora local Kolo-TV.

De acordo com a polícia, cerca de 30 estudantes, a maioria com idade entre 12 e 13 anos, testemunharam a ação - que ocorreu 15 minutos antes de as aulas iniciarem. "Os alunos estavam chegando, os ônibus (escolares) estavam chegando. Todos estavam se juntando do lado de fora para fazer esportes ou esperando o primeiro sinal tocar", disse o chefe de polícia do Condado de Washoe, Mike Mieras.

"É um dia trágico para Sparks. Somente quero reiterar que a cidade é muito segura e isso é apenas um incidente isolado. Mas é muito, muito trágico e estou entristecido de estar aqui e ter de lhes contar isso", disse o prefeito da localidade, Geno Martini.

A polícia afirmou que entre 150 e 200 agentes atenderam ao local do crime. Segundo as autoridades, porém, ninguém, além do atirador, efetuou disparos. "Como vocês podem imaginar, a melhor descrição (para a situação durante o ataque) é caos. É cedo demais para afirmar se ele (o criminoso) tinha alguém como alvo ou atirou indiscriminadamente", disse o subchefe de polícia de Reno, Tom Robinson.

O policial qualificou como um "herói" o professor que foi morto na ação, mas disse que não sabe se ele estaria tentando impedir o atirador quando foi atingido. / REUTERS e AP

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