EFE/Jose Mendez
EFE/Jose Mendez

Profissionais da saúde serão os primeiros vacinados contra covid no México a partir deste mês

Estratégia de vacinação do país de 130 milhões de habitantes tem cinco fases; a primeira começa em dezembro de 2020 e a última termina em março de 2022

Redação, O Estado de S.Paulo

08 de dezembro de 2020 | 16h05

CIDADE DO MÉXICO - Profissionais da área de saúde do México serão o primeirogrupo prioritário a receber a vacina contra covid-19, informou nesta terça-feira, 8, o governo do país. O processo de inscrição começa na terceira semana de dezembro.

Depois, as prioridades serão pessoas que tenham doenças, doenças graves e complicações sérias de saúde, informou  subsecretário de Prevenção e Promoção da Saúde, Hugo López-Gatell em coletiva de imprensa. Durante a apresentação do plano de vacinação, o oficial afirmou que “todos terão acesso à vacina”.

No entanto, ele observou que a priorização desempenha um papel fundamental para atingir a meta de cobertura, que é de no mínimo 75% da população com 16 anos ou mais, em um país de cerca de 130 milhões de pessoas.

Ele ressaltou que a primeira etapa da vacinação será de dezembro 2020 a fevereiro de 2021, com a aplicação de 125 mil vacinas de Pfizer na Cidade do México e em Coahuila. A primeira etapa será realizada com o auxílio das Forças Armadas. 

A vacina requer duas doses, com diferença 21 dias. Por isso, o primeiro envio será de 125 mil doses e a segunda remessa virá depois. Ele explicou que a estratégia de vacinação do governo mexicano compreende cinco etapas que começarão em dezembro de 2020 e seria concluído em março de 2022.

López-Gatell destacou que o fato de o México e o mundo terem uma vacina contra covid-19 "permite ter novos horizontes de esperança" e indicou que a vacinação “é uma questão de Estado e exige a envolvimento de todos os setores da sociedade ”.

Além disso, ressaltou que a vacinação "não se trata apenas de um produto", mas inclui todo um plano de trabalho. Disse ainda que as doses também devem ser complementadas com outras ações que são "relevantes, como medidas gerais de higiene pública" e a capacidade de cuidar das pessoas doentes. / EFE

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