Programa dificulta aliciamento de jovens

CENÁRIO: REUTERS

O Estado de S.Paulo

16 de setembro de 2014 | 02h02

O governo americano lançou ontem um programa para treinar agentes comunitários nos EUA para evitar que jovens radicais procurem se associar ao Estado Islâmico (EI) e a outros grupos extremistas lutando na Síria e no Iraque. "Hoje, poucas ameaças são mais urgentes do que a representada pelo extremismo violento", afirmou o secretário de Justiça dos EUA, Eric Holder, em um vídeo sobre o programa.

"O Departamento de Justiça, a Casa Branca e outras agências iniciaram uma série de programas-piloto para unir líderes comunitários, autoridades policiais e outros agentes com o objetivo de desenvolver uma estratégia para combater a ameaça", explicou Holder.

Os programas também incluem professores e profissionais dos ramos de saúde mental e serviços sociais, dando mais apoio e desenvolvendo maneiras de identificar potenciais extremistas, segundo uma fonte com conhecimento do programa, que não quis se identificar. A meta é intervir antes que as pessoas se radicalizem.

Autoridades dizem ter tido sucesso em esforços semelhantes para combater a violência de gangues, por exemplo, ao treinar professores, assistentes sociais, entre outros, sobre o que procurar e como eles são recrutados.

Mais conteúdo sobre:
Estado Islâmico

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.