Promotora do Tribunal de Haia diz não poder investigar Estado Islâmico

O grupo extremista Estado Islâmico cometeu "crimes de crueldade indizível" na Síria e no Iraque, mas o Tribunal Criminal de Haia não tem jurisdição para abrir uma investigação, disse hoje a promotora Fatou Bensouda.

Estadão Conteúdo

08 de abril de 2015 | 14h25

Em uma nota divulgada nesta quarta-feira, ela disse que "a base jurídica para abrir uma investigação preliminar sobre a situação é muito estreita neste estágio".

A corte não tem jurisdição porque nem a Síria nem o Iraque são membros do tribunal, e o Conselho de Segurança das Nações Unidas não pediu uma investigação.

Fatou diz responder a constantes interpelações sobre uma possível investigação do Estado Islâmico. Ela disse que países que não são membros da corte, ou o próprio Conselho de Segurança, podem garantir jurisdição a ela. Fonte: Associated Press.

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