Promotora retém resultado de exame toxicológico

A promotora Viviana Fein informou ontem que o resultado do exame toxicológico no corpo de Alberto Nisman ficou pronto, mas que não seria divulgado. Também foi informado que o espião Horacio Stiuso, que trabalhou 42 anos no serviço secreto argentino, prestou depoimento em segredo. Foram registradas ligações entre um telefone em seu nome e o de Nisman na véspera da morte. Ambos trabalharam juntos no caso Associação Mutual Israelita-Argentina.

O Estado de S.Paulo

19 de fevereiro de 2015 | 02h01

No entanto, segundo fonte ligada às investigações, consultada pelo site "El Destape", o teste teria apontado que Nisman teria consumido vinho, café e Rivotril, mas que estava consciente quando morreu em seu apartamento no bairro de Puerto Madero, em Buenos Aires, no dia 18 de janeiro. Com esta informação, a promotoria poderia descartar a possibilidade de que ele tenha consumido drogas ou inalado clorofórmio. / R.C.

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