Protestos antiocidentais se estendem por cidades chinesas

Pelo segundo dia consecutivo, milhares de chineses se reúnem na entrada de supermercados Carrefour

Efe,

20 de abril de 2008 | 15h40

Pelo segundo dia consecutivo, milhares de cidadãos chineses se reuniram na entrada de supermercados da rede Carrefour de todo o país, pedindo o boicote a essa empresa francesa, cantando slogans contra a independência do Tibete e lançando críticas à televisão americana CNN.   Veja também: China procura conter manifestações nacionalistas   Além do Carrefour e CNN, a rede britânica BBC e marcas francesas, como Louis Vuitton, L'Oréal, Peugeot e Citroën foram alguns dos alvos do sentimento antiocidental, que se originou sobretudo nos fóruns, blogs e sites da internet, um dos poucos meios onde os chineses podem se expressar com relativa liberdade.   A agência estatal Xinhua disse neste domingo, 20, que cidadãos de Xian, Jinan e Harbin se somaram aos protestos que sábado foram registrados em supermercados Carrefour de Pequim, Wuhan, Kunming, Hefei e Qingdao.

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