EFE/Alexei Druzhinin; AP Photo/Matt Rourke; AFP PHOTO / Adam BERRY
EFE/Alexei Druzhinin; AP Photo/Matt Rourke; AFP PHOTO / Adam BERRY

Trump conversará por telefone com Hollande, Merkel e Putin no sábado

Informação foi confirmada nesta sexta-feira pelo porta-voz da Casa Branca, Sean Spice, no Twitter; conversa entre os líderes americano e russo deve abordar combate ao 'terrorismo radical islâmico', disse conselheira de Trump

O Estado de S. Paulo

27 Janeiro 2017 | 11h46

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversará por telefone no sábado com o presidente russo, Vladimir Putin, o presidente francês, François Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel, anunciou nesta sexta-feira, 27, a Casa Branca.

"Tirando o máximo proveito da primeira semana - amanhã @POTUS (Presidente dos Estados Unidos, na sigla em inglês) falará por telefone com os líderes da França, Alemanha e Rússia", escreveu o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, no Twitter.

O telefonema entre Trump e Putin será seu primeiro contato oficial desde que o republicano tomou posse, há uma semana. Os dois falaram por telefone em novembro, logo após a vitória de Trump nas eleições, e "declararam a necessidade de um trabalho conjunto ativo para normalizar" os laços, de acordo com o Kremlin.

Trump disse a Putin que está ansioso por "um relacionamento forte e duradouro com a Rússia e o povo da Rússia", segundo a equipe de Trump. 

Segundo a Casa Branca, ambos devem discutir neste sábado o combate ao terrorismo. "Imagino que eles irão discutir, nos interesses de seus respectivos países, como se juntar e trabalhar juntos em questões onde você pode encontrar senso comum e onde essas duas nações podem talvez derrotar o terrorismo islâmico radical", disse a assessora sênior da Casa Branca, Kellyanne Conway.

Alemanha. A chanceler alemã, Angela Merkel, também deve conversar no sábado com Trump, tendo como foco a Rússia, disse nesta sexta-feira uma fonte próxima às negociações para o diálogo.

A fonte não disse se Trump pode buscar conversar com Merkel sobre a retirada de sanções americanas impostas à Rússia em resposta à intervenção na Ucrânia, como sugeriram reportagens da imprensa dos EUA.

Mas a fonte deixou claro que se tal medida for tomada por Trump, a União Europeia não iria necessariamente seguir a decisão de Washington, uma vez que as sanções da UE continuam atreladas à implementação do acordo de paz de Minsk. / AFP e REUTERS

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.