AP
AP

Quantidade de pessoas no EI é a menor desde 2014, dizem EUA

Segundo governo americano, ataques internacionais e locais na Síria e no Iraque resultou na diminuição do efetivo do grupo jihadista

O Estado de S. Paulo

13 Abril 2016 | 11h24

O número de integrantes do grupo extremista Estado Islâmico (EI) tem diminuido, em razão da ação militar internacional e local no Iraque e na Síria e está em seu nível mais baixo desde que Washington começou a monitorar o grupo, em 2014, afirmou o governo americano na terça-feira 12.

A declaração foi dada às vésperas de uma reunião convocada pelo presidente Barack Obama com sua equipe de segurança na sede da Agência Central de Inteligência, a CIA, para analisar propostas que permitam acentuar a pressão sobre os radicais no Iraque e na Síria, declarou o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest.

"Trabalhando, seja diretamente, seja por meio de sócios locais, recuperamos 40% do território que o Daesh (acrônimo do EI em árabe) controlava há um ano no Iraque e 10% na Síria", declarou o secretário de Estado adjunto Antony Blinken aos congressistas. "De fato, consideramos que os números do Daesh estão em seus níveis mais baixos desde que começamos a monitorar seus contingentes em 2014", acrescentou.

Blinken não especificou o tamanho da força de combate do EI atualmente em sua declaração na comissão do Senado que supervisiona o financiamento para o programa do Departamento de Estado para conter as forças extremistas.

Em setembro de 2014, a última estimativa a que Blinken se refere, um funcionário da Inteligência americana disse que a CIA acreditava em que o grupo poderia contar com entre 20 mil e 31.500 combatentes, incluindo efetivo local e recrutado no exterior.

Desde então, as ações dos EUA, das forças iraquianas e curdas possibilitaram a retomada do controle de cidades como Tikrit e Ramadi, enquanto no norte da Síria as forças do governo apoiadas pela Rússia recuperaram a cidade de Palmyra. /AFP

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.