Quarto militante do ataque à embaixada americana morre

Um quarto militante que supostamente participou do ataque à embaixada americana em Damasco morreu devido aos ferimentos, segundo funcionário sírio afirmou nesta quarta-feira.O homem morreu no hospital na terça-feira, disse o funcionário, em condição de anonimato, pois não estava autorizado a se pronunciar. Três dos outros suspeitos militantes islâmicos morreram durante o conflito, que se deu na manhã da terça-feira, quando o grupo tentou realizar um ataque á embaixada norte-americana em Damasco. Guardas sírios trocaram tiros com os agressores do lado de fora da embaixada, que gritavam "deus é grande", e tentavam invadir, com rifles automáticos e granadas de mão. Um guarda sírio morreu no ataque. Nenhum americano se feriu. Autoridades sírias não conseguiram interrogar o quarto homem devido à sua condição crítica antes de morrer, segundo a agência de notícias síria SANA. Os quatro supostos militantes eram sírios, informou a SANA. A rápida resposta da polícia síria recebeu elogios dos EUA, que acusam o regime do presidente, Bashar Assad, de apoiar o terrorismo e sustentar o Hezbollah e militantes palestinos. Não houve reivindicação imediata da responsabilidade do ataque, mas a suspeita caiu sobre uma pequena célula da Al-Qaeda chamada Jund al-Sham, que significa Soldados da Síria, em árabe. O embaixador da Síria nos EUA, Imad Moustapha, disse à agência de notícias Associated Press que era cedo para dizer, mas que "é logicamente possível" que Jund al-Sham seja responsável.

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