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Quase 100 detidos em protesto contra a antiga Escola das Américas

Incentivada por simpatizantes, Caryl Hartjes passou por uma abertura de 25 centímetros numa cerca e arriscou-se a ser presa por suas convicções. A frágil freira de 67 anos estava entre os quase 100 manifestantes detidos por entrarem no Fort Benning para protestar contra o programa militar norte-americano de treinamento para soldados de países da América Latina. Havia pelo menos sete freiras entre os detidos.O protesto foi realizado ontem, quando cerca de 7.000 manifestantes reuniram-se para participar do 13º encontro anual dos Observadores da Escola das Américas, que conduz os protestos para recordar o assassinato de seis padres jesuítas em El Salvador em 19 de novembro de 1989.Alguns dos assassinos passaram pela Escola das Américas, queem 1984 foi transferida do Panamá para Fort Benning, um centrode treinamento do Exército dos Estados Unidos.Uma coluna de militares esperava Hartjes e os outros manifestantes do outro lado da cerca. Depois de entrarem na base militar, eles foram conduzidos a uma colina e detidos em seguida.No ano passado, a Escola das Américas mudou de nome, passandoa chamar-se Instituto de Cooperação em Segurança do HemisférioOcidental, patrocinado pelo Departamento de Defesa dos EUA.

Agencia Estado,

18 de novembro de 2002 | 18h06

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