Khalil Senosi/AP
Khalil Senosi/AP

Quênia acusa diplomata por assassinato de embaixadora da Venezuela

Polícia acredita que o assassinato foi motivado por uma luta pela liderança da embaixada

estadão.com.br,

06 de agosto de 2012 | 11h55

NAIRÓBI - As autoridades quenianas acusaram formalmente nesta segunda-feira, 6, o primeiro secretário da Embaixada da Venezuela, Dwight Sagaray, pelo assassinato da embaixadora interina do país latinoamericano, Olga Fonseca, na nação africana.

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A polícia acredita que o assassinato foi motivado por uma luta pela liderança da embaixada. Sagaray se declarou inocente. A polícia do Quênia prendeu o diplomata venezuelano no dia 28 de julho como parte da investigação do assassinato.

A encarregada de negócios estava interinamente no cargo de embaixadora e foi encontrada morta em sua residência oficial. De acordo com a polícia, ela foi estrangulada.

Autoridades do Ministério de Relações Exteriores do Quênia disseram que empregados da residência haviam se queixado à unidade de polícia diplomática depois que Olga os demitiu, por eles se recusaram a retirar acusações de assédio sexual feitas contra o ex-encarregado da embaixada.

 

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