Jamal Nasrallah / EFE
Jamal Nasrallah / EFE

Rainha Rania lidera protesto na Jordânia

Milhares de jordanianos marcharam nesta sexta-feira pelo centro de Amã para condenar o assassinato do piloto jordaniano Moaz al-Kasasbeh pelo grupo extremista Estado Islâmico

O Estado de S. Paulo

06 de fevereiro de 2015 | 16h46


AMÃ - Milhares de jordanianos marcharam nesta sexta-feira, 6, pelo centro de Amã para condenar o assassinato do piloto jordaniano Moaz al-Kasasbeh pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI). A rainha Rania participou do protesto. 

Os manifestantes se reuniram após a reza muçulmana de meio-dia em frente à Grande Mesquita de Hosseini, para onde a rainha se dirigiu para liderar a marcha pelas ruas da capital até a Praça Najil. Durante o protesto, organizado por movimentos juvenis e de ativistas, os participantes entoaram palavras de ordem e carregavam cartazes afirmando que as ações do EI são contrárias ao Islã.


Os manifestantes pediram para que o grupo seja erradicado e expressaram seu apoio ao rei jordaniano Abdullah II e às medidas adotadas para vingar Kasasbeh, incluindo os recentes bombardeios na Síria."Te apoiamos, Abdullah, em sua destruição", "Muaz permanecerá em nossos corações", "Estamos todos unidos em defesa de nossa nação", foram algumas das palavras de ordem.

Aviões militares jordanianos retomaram ontem as operações contra o EI na Síria, pondo fim a uma trégua de quarenta dias, iniciada após a captura do piloto jordaniano pelos jihadistas no dia 24 de dezembro.

A missão dos caças da Jordânia aconteceu dois dias depois do EI mostrar um vídeo no qual Kasasbeh é queimado vivo, preso em uma jaula. O F-16 do piloto foi abatido quando participava de um ataque da coalizão internacional na Síria. / EFE

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