Rebeldes deixam armas em Mianmar e fogem para China

Centenas de rebeldes abandonaram os combates no nordeste de Mianmar, entregando armas e uniformes para a polícia de fronteira da China e entrando em território chinês para escapar de vários dias de batalhas com tropas do governo de seu país. A junta militar de Mianmar encerrou o bloqueio às notícias sobre o conflito, informando que três dias de combates mataram 26 policiais e ao menos oito rebeldes. Segundo a junta militar, as lutas terminaram e "a região recuperou a paz".

AE-AP, Agencia Estado

30 de agosto de 2009 | 16h41

Autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU) e da China afirmam que até 30 mil refugiados civis fugiram para a China para escapar das batalhas, que irromperam na semana passada, depois que centenas de soldados de Mianmar entraram em Kokang, uma região chinesa governada por uma milícia local. A junta militar de Mianmar está tentando consolidar o controle sobre vários grupos étnicos armados em sua fronteira para garantir que as eleições nacionais do próximo ano, a primeira em quase 20 anos, ocorram sem problemas.

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