Rebeldes do Egito juram lealdade ao Estado Islâmico

Um organização baseada na península do Sinai que realizou diversos ataques contra agentes de segurança no Egito jurou lealdade ao grupo Estado Islâmico. O anúncio, realizado por meio da conta do grupo no Twitter, reflete a ascensão regional dos rebeldes extremistas, que demandam a fidelidade dos muçulmanos pelo mundo.

Estadão Conteúdo

10 Novembro 2014 | 11h57

Os Ansar Beit al-Maqdis publicaram um áudio no domingo informando que seriam leais ao líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, afirmando que este havia sido escolhido por Deus para estabelecer um novo califado após os muçulmanos sofrerem décadas de humilhação.

"Portanto, não temos alternativa senão jurar lealdade ao califa... Escutá-lo e obedecê-lo... E convocar todos os muçulmanos para a jurar lealdade a ele", afirma uma voz não identificada na gravação. A mensagem também instiga os egípcios a se levantarem contra "o tirano", em aparente referência ao presidente Abdel-Fattah el-Sissi, que foi eleito neste ano após a deposição do presidente islâmico Mohammed Morsi em julho de 2013. Fonte: Associated Press.

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